que não tem mãe nem telefone, só o orelhão que a vizinha atende pra avisar a tia que o menino tá lá, de novo. de novo? é, de novo, tá preso! segunda-feira é aniversário dele. “18 anos senhora!” aperta forte minha mão e pede um chocolate de presente, “não se preocupe, eu como escondido no banheiro”.
eu tb sorrio.
