
cena do filme “Ilusões ópticas”
Li em artigo da revista Carta Capital, crítica do jornalista Matheus Pichonelli, sobre o filme do chileno Cristián Jiménez, “Ilusões Óticas”. Para discorrer sobre o filme, o autor inicia o texto falando sobre eufemismos e de como essa figura de linguagem é utilizada para “maquiar” certas colocações verbais. Em um determinado momento, ele diz que “o eufemismo é uma espécie de fundo garantidor da espécie (…): ‘Não é você, sou eu’; ‘Ficamos juntos, mas não quero compromisso’; ‘Precisamos conhecer outras pessoas’;'Seu filho é muito simpático!’”. E continua refletindo que, se essas mesmas expressões fossem jogadas no Google Tradutor de Eufemismos (quando ele for criado), a verdade teria potencial explosivo: “É você, sou eu e são todas as outras pessoas”; “Ficamos juntos, até eu conseguir algo melhor”; “Já conheci e já estamos saindo juntos”; “Seu filho tem cara de joelho”.
vou assistir depois eu conto.